21.2.07

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Brisa

Sinto uma brisa suave
De ventos e aragens frescos
Que me beija a face
Brinca com os meus cabelos
E assobia canções que não conheço
Deixo que a brisa me carregue
Sonhando as suas melodias
Mas esta logo se cala e esmorece
Escurecendo o sol e o mar
Transformando-se em tempestades vazias
Mas recuso-me a ter medo
E enfrento a sua fúria
Enquanto os uivos da noite aumentam
E se instala a loucura
Sei que o sol ainda espreita
E sem temer procuro incansável
A brisa que me revolve os cabelos
Me canta e alegra
E traz a leveza dos ventos.
 
 
© I.P.
Não se autoriza a cópia, distribuição ou transmissão deste texto

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