22.6.09

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Home – O Mundo é a Nossa Casa



Este documentário realizado por Yann Arthus-Bertrand estreou no dia 5 de Junho a nível mundial, no Dia Mundial do Ambiente, no cinema, em DVD, na televisão e na internet e ainda por 50 países em simultâneo numa série e iniciativas viradas para a sensibilização do nosso papel imprescindível no equilíbrio do planeta.

Passou na RTP2 mas não tive oportunidade de o ver e portanto comprei o DVD na Fnac e estivemos a vê-lo ontem à noite.

O planeta Terra existe há mais de 4 biliões de anos e o ser humano só aqui anda há cerca de 200 mil anos mas já conseguimos, principalmente nos últimos 50 anos, alterar os ciclos naturais com as nossas actividades desenfreadas e sem qualquer preocupação com os seus impactos, como a industrialização, o esgotar dos recursos e combustíveis, a desflorestação, o consumo em massa, etc.

Apesar de ser um documentário longo (quase 1 hora e meia) vale cada minuto e cada imagem. É sem dúvida um filme para toda a família, principalmente para os mais novos. É composto principalmente de paisagens aéreas que nos mostram quer os recursos ainda existentes e os habitats e zonas ainda intocadas quer as zonas ocupadas pelo homem e as “marcas” que vamos deixando para trás. No final mostra ainda as iniciativas que andam a ser feitas em vários pontos do mundo para ajudar a minimizar este impacto e que são exemplos a seguir.

A imagem seguinte (campos de painéis solares) ilustra uma dessas iniciativas e no filme a frase da narradora (Glenn Close) é a seguinte: “Numa hora o sol envia para a Terra a mesma quantidade de energia que todos os seres humanos juntos consomem num ano.” (…) “Está na hora de começar a ‘cultivar’ o céu”




Como diz no fim o documentário: “É muito tarde para ser pessimista”, que é como quem diz que já não vale a pena “chorar sobre o leite derramado” é hora de agir sobre o que ainda pode ser feito para reverter/minimizar o estrago que já fizemos.

Fica o trailer, o link para o documentário completo que se encontra no YouTube e o link para a organização que criou o documentário.




2 comentário/s:

  1. Segundo Carl Sagan, nós "somos feitos de pó de estrelas" e penso que voltaremos a ser pó de estrelas quando morrermos. Para não degradarmos as nossas origens, é urgente que comecemos a pensar nos nossos filhos e bisnetos, porque a terra não nos foi dada, apenas emprestada. E quando nos emprestam qualquer coisa, devemos devolvê-la em bom estado. Espero, sinceramente, que este filme seja um grito de alerta.
    Bjs

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  2. Eu também Catarina! Pelo menos começa-se cada vez mais a ter consciencia das coisas que é preciso fazer.
    Bjs

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Obrigado pelo comentário! =)

(Nota: Devido à grande quantidade de spam recebido, a confirmação de palavras foi activada)

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